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Carla Dias nasceu em Santo André, São Paulo, em 1970. Tem na música e na literatura o seu fazer cotidiano.

 

Em 1986, ingressou no universo da música, iniciando seus estudos como baterista. Em 1989, passou a ministrar aulas de bateria em diversas escolas de música de Santo André. No mesmo ano, começou a trabalhar como recepcionista no Espaço Cultural Camerati. No ano seguinte, tornou-se professora de bateria no mesmo espaço, que contava com cursos de música e artes plásticas, além de estúdio de gravação. 

 

Em 1990, deu continuidade aos seus estudos com a baterista Vera Figueiredo. Em 1993, começou a trabalhar no IBVF Brasil - Instituto de Bateria Vera Figueiredo, desempenhando a função de produtora de eventos. Um desses eventos era o Batuka! Brasil, festival direcionado à bateria e à percussão, que figura na lista mundial dos mais importantes do gênero. Carla atuou como diretora de produção de quinze edições do festival.

 

Em 1994, foi classificada no V Concurso de Poesias da cidade de São Caetano do Sul (SP), com o poema Transformação. Em 1996, participou, como baterista, dos shows de lançamento do CD da cantora Mona Gadelha, em São Paulo.


 

Lançou a coletânea de contos e poemas Azul (1997), os romances Os estranhos (2009), Jardim de Agnes (2010), Estopim (2012) e Baseado em palavras não ditas (2019), o livro de contos O observador (2016) e de poesia Livro das confissões (2018).

 

Em 1998, participou da antologia Encontros, com o conto Queda, organizada por Whisner Fraga e publicada pela Editora Blocos. No mesmo ano, passou a ser cronista do site Crônica do Dia, com o qual vem colaborando até hoje, e passou a ser integrante da banda Vergel.

 

Em 2001, ficou em segundo lugar no III Concurso de Contos José Cândido de Carvalho, promovido pela ANE – Associação Nacional dos Escritores, com o conto Voo Cego. Também por meio de concurso, integrou a coletânea Poesias Brasileiras, com o poema Arquétipo da Rebeldia Desenfreada.

 

Em 2006, participou com poemas de sua autoria do evento Baião de Dois, em São Paulo, ao lado do compositor, cantor e violonista Élio Camalle. Como o projeto tratava da ligação entre música e poesia, Élio Camalle musicou o poema Lar Suspenso, de autoria de Carla, que fez parte do repertório do evento. 

 

Em 2007, participou como poeta da programação cultural da Casa das Rosas, tradicional reduto literário de São Paulo. Também se apresentou, novamente ao lado de Élio Camalle, o Baladas Perdidas & Versos Livres, no projeto Encontro das Artes, apresentado em São Miguel Paulista (SP). 


Em 2011, a crônica 48, escrita para e publicada online no site Crônica do Dia, foi publicada no jornal literário RelevO, edição de janeiro, online e impressa. Participou do livro Acaba não, mundo, primeiro do site Crônica do Dia, em um total de 30 cronistas que colaboraram com o site. 

Atualmente, Carla Dias é baterista da banda OsQuatro.


Atualmente, Carla Dias faz parte da OsQuatro, ao lado de Raquel Pirozzi (voz), Paulo Pacito (violão/guitarra) e Marcelo Aisten (baixo), banda que, além de releituras de clássicos da música, trabalha em um repertório autoral com canções que são poemas de sua autoria musicados por diversos artistas. Um desses poemas, Porão, faz parte do Livro das confissões, e foi musicado por Kleber Albuquerque.