Carla Dias

biografia

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© Pedro Bicudo

 

Nasci em Santo André, São Paulo, em 1970. Tenho na música e na literatura o meu fazer cotidiano.
Em 1986, ingressei no universo da música, iniciando meus estudos como baterista. Em 1989, passei a ministrar aulas de bateria em escolas de música de Santo André. No mesmo ano, comecei a trabalhar como recepcionista no Espaço Cultural Camerati. No ano seguinte, tornei-me professora de bateria no mesmo espaço, que contava com cursos de música e artes plásticas, além de estúdio de gravação.


Em 1990, dei continuidade aos meus estudos com a baterista VeraFigueiredo. Três anos depois,  comecei a trabalhar no IBVF Brasil -Instituto de Bateria Vera Figueiredo, comoassistente da escola e produtora de eventos, entre eles o Batuka! Brasil, festival direcionado à bateria e à percussão, que figura na lista mundial dos mais importantes do gênero. Fui diretora de produçãode quinze edições do Batuka!, em quase vinte sete anos trabalhando no IBVF Brasil.


Em 1994, fui classificada no V Concurso de Poesias da cidade de São Caetano do Sul (SP) com o poema
Transformação. Em 1996, participei, como baterista, dos shows de lançamento do CD dacantora Mona Gadelha, em São Paulo. 

 

Publiquei a coletânea de contos e poemas Azul (1997), os romances Os estranhos (2009 - selecionado pelo ProAc), Jardim de Agnes (2010-selecionado pelo ProAc), Estopim (2012- selecionado pelo ProAc) e Baseado em palavras não ditas (2019 - selecionado pelo 2º edital de publicação de livros na cidade de São Paulo), o livro de contos O observador (2016) e de poesia Livro das confissões (2018).


Em 1998, participei da antologia Encontros , com o conto Queda , organizada por Whisner Fraga e publicada pela Editora Blocos. No mesmo ano, passei a ser cronista do site Crônica do Dia, com o qual colaboro até hoje. Também comecei a tocar com a banda Vergel.


Em 2001, fiquei em segundo lugar no III Concurso de Contos José Cândido de Carvalho, promovido pela ANE – Associação Nacional dosEscritores, com o conto Voo Cego . Também por meio de concurso, participei da coletânea Poesias Brasileiras, com o poema Arquétipo da Rebeldia Desenfreada. Em 2006, participei com poemas de minha autoria do evento Baião de  Dois, em São Paulo, ao lado do compositor, cantor e violonista Élio Camalle. Como o projeto tratava da ligação entre música e poesia,
Élio Camalle musicou o poema Lar Suspenso, de minha autoria, que fez parte do repertório do evento.


Em 2007, participei como poeta da programação cultural da Casa das Rosas, tradicional reduto literário de São Paulo. Também me apresentei novamente ao lado de Élio Camalle com o Baladas Perdidas & Versos Livres, no projeto Encontro das Artes, apresentado em São MiguelPaulista (SP).

 

Em 2011, a crônica 48 , escrita para e publicada no site Crônica do Dia, foi publicada no jornal literário RelevO, edição de janeiro, online e impressa. Participei do livro Acaba não, mundo, primeiro do site Crônica do Dia, com um total de 30 cronistas que colaboraram com o site.

 

Atualmente, sou integrante da banda OsQuatro , ao lado de Raquel Pirozzi (voz), Paulo Pacito (violão/guitarra) e Marcelo Aisten (baixo). Além de releituras de clássicos da música, também temos um repertório autoral com canções que são poemas de minha autoria musicados por diversos músicos e amigos. Um desses poemas, Porão, faz parte do Livro das confissões, e foi musicado por Kleber Albuquerque , que também compôs a canção Palavras não ditas para o meu livro Baseado em palavras não ditas, lançado como edição do autor e do qual cuidei de todo o processo de publicação.