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Criação literária | De onde vem a inspiração?

 

Autocrítica — e a minha tem lá a sua personalidade insurgente — é sempre bem-vinda, contanto que não se torne um castigo, um veto ininterrupto. É preciso dar espaço aos acertos, pois o processo para identificá-los e fortalecê-los passa..

 

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O início

 

Sou escritora há mais tempo do que sou baterista e produtora cultural. Comecei muito cedo com as palavras, o que me levou a publicar sete livros. Então veio a música, e além de tocar um instrumento, também passei a escrever sobre ela e seus criadores. Quando me tornei produtora cultural, a escritora e a baterista foram essenciais para a minha...

 

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A tal da escrita

 

Da mentoria literária à publicação de um livro.

 

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Quando Kali participou da criação

 

Fui convidada para participar da publicação digital “Álbum 10 anos: Discos Para Conhecer”, lançada pelo SESC Belenzinho, responsável pelo projeto que leva aos palcos discos tocados na íntegra por seus artistas criadores.


A publicação traz informações sobre doze álbuns raros da discografia da música brasileira, contadas por escritores, pesquisadores, críticos musicais e jornalistas da área cultural. 


Escrevi sobre o disco “Kali”, gravado em 1985 e lançado no ano seguinte. O Grupo Kali participou de um período extremamente criativo do cenário da música instrumental brasileira, e “Kali” é o único disco lançado pelo grupo, que, na época, contava com Renata Montanari (guitarra), Mariô Rebouças (piano/teclados), Gê Côrtes (baixo) e Vera Figueiredo (bateria). 

 

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O meu olhar

 

Texto que fecha o livro Baseado em palavras não ditas.