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O início

 

Sou escritora há mais tempo do que sou baterista e produtora cultural. Comecei muito cedo com as palavras, o que me levou a publicar sete livros. Então veio a música, e além de tocar um instrumento, também passei a escrever sobre ela e seus criadores. Quando me tornei produtora cultural, a escritora e a baterista foram essenciais para a minha jornada.

 

A experiência de produzir shows, workshops e festival me levou a conhecer pessoas fantásticas e eu sempre escrevo sobre aqueles que me impressionam, assim como sobre suas obras.

 

Na literatura, colaborei com amigos e seus projetos, e produzi alguns eventos de lançamentos de livro. 

 

Aproveitando a experiência

 

Minha proximidade com a música, alinhada à minha habilidade com a escrita, permitiu que eu criasse o conteúdo de divulgação – textos para releases, artigos, material para site e redes sociais – para quase todo material promocional dos eventos nos quais trabalhei, e foram muitos, incluindo um festival de música do qual fui diretora de produção por quinze edições, o que envolveu muito trabalho e aprendizado. Essas experiências me ajudaram a desenvolver a capacidade de receber informações, e, a partir delas, criar textos. 

 

Trabalhar com produção de eventos culturais colocou a bateria em pausa. Há alguns anos, voltei a tocar com banda, junto com amigos de longa data. Então, que a escrita, a música e a produção se encontraram em um mesmo lugar, na minha história pessoal: alguns poemas se tornaram canções, a banda tocou em lançamentos dos meus livros e eu cuidei da produção de alguns eventos dos quais participamos.

 

Novos rumos

 

Agora, aproveito a minha experiência como escritora, baterista e produtora de eventos culturais para trabalhar como redatora e oferecer mentoria a escritores que desejam organizar seus escritos.

 

A literatura e a música seguem como temas da minha jornada pessoal e profissional.

 

Quando Kali participou da criação

 

Fui convidada para participar da publicação digital “Álbum 10 anos: Discos Para Conhecer”, lançada pelo SESC Belenzinho, responsável pelo projeto que leva aos palcos discos tocados na íntegra por seus artistas criadores.


A publicação traz informações sobre doze álbuns raros da discografia da música brasileira, contadas por escritores, pesquisadores, críticos musicais e jornalistas da área cultural. 


Escrevi sobre o disco “Kali”, gravado em 1985 e lançado no ano seguinte. O Grupo Kali participou de um período extremamente criativo do cenário da música instrumental brasileira, e “Kali” é o único disco lançado pelo grupo, que, na época, contava com Renata Montanari (guitarra), Mariô Rebouças (piano/teclados), Gê Côrtes (baixo) e Vera Figueiredo (bateria).